So unlucky !
Tenho bué azar, e é uma cena que eu não curto muito, basicamente porque é algo que não controlamos. Eu não jogo totolotos e euromilhões, porque acho que preencher um boletim e ficar à espera que os números surjam envolve muito pouco controlo da nossa parte nos factos. Por outro lado, jogo Magic, porque acho que se jogar bem ganho, e se jogar mal perco. Pelo menos sinto ter um pouco mais de controlo.
Ultimamente a minha vida até teve alguns azares, coisas que correram mal, e nas quais eu não pude fazer nada. Nas aulas na F.1.3 o meu PC era sempre o único sem Messenger. De todos os alunos do 4º ano de Jornalismo, a minha ficha de inscrição foi a única que o departamento perdeu, e não entregou no Centro de Estágios, o que originou bué burocracia por eles não fazerem a mínima ideia quem eu sou, já que não está lá a minha ficha. Ou por exemplo, uns bombeiros incompetentes terem vindo à nossa rua fazer qualquer cena, e por acaso o cano que estragaram foi o do meu prédio, deixando-nos assim sem água para os próximos dias.
Mas eu com estas cenas até vivo mais ou menos bem. Porque quando começo a jogar as minhas cartas, é como se todos os problemas desaparecessem, e tudo ficasse muito mais simples. Eu vou ganhar, e os outros vão perder. Querem conceito mais simples que este? O problema é que de há alguns tempos para cá também comecei a ter um azar descomunal a jogar Magic. Mas daquele que me deixa irritado e com vontade de dar socos no monitor (deve ser menos desagradável do que dá-los na minha boca).
Basicamente ando a atravessar uma fase má que já se prolonga há uns meses, em que não consigo ganhar, seja qual for o deck que tenha, ou o matchup em questão. O bro Bailas é que me percebe. Além do azar descomunal, também os nossos adversários têm bué sorte. Um bom exemplo para ilustrar será, das 14 rondas que joguei de mono-red, perdi 14 vezes o dado. 0-14 em dados. Não me dei ao trabalho de calcular a probabilidade disso, mas parece-me bem ridícula. Outra questão, foi o número de mulligans, superior a 1 por jogo. Ora, eu acho normal fazer 1 mulligan aproximadamente de 3 em 3 mãos, o Mariani acha normal fazer mulligan em cada 8 mãos. Ora, uma média superior a 1 por jogo, também me parece ser azar. Como diz o Smuve, só ainda não me passou um camião por cima, porque não saio muito à rua.
Às vezes, quando ainda era mais estúpido, tentava-me animar a mim mesmo e punha-me a pensar: Não posso ter azar em tudo. Se calhar, aquela rapariga, aquela por quem eu tenho um crush enorme, quem sabe, não estará ela neste preciso momento a pensar em mim? Obviamente que deve ser isso, e assim se justifica eu ter o azar que tenho pelo velho clichet, azar ao jogo, sorte ao amor. É que se isso fosse verdade, o meu moranguinho não faria mais nada senão estar abraçada a uma almofada lá na sua casinha e a pensar em mim. Tretas! Pois neste momento ela deve é estar a (…) enfim, deixa-me é estar calado, porque sim, com o azar que tenho, ainda ela faz uma random pesquisa no google e vem aqui parar e lê isto.
Ultimamente a minha vida até teve alguns azares, coisas que correram mal, e nas quais eu não pude fazer nada. Nas aulas na F.1.3 o meu PC era sempre o único sem Messenger. De todos os alunos do 4º ano de Jornalismo, a minha ficha de inscrição foi a única que o departamento perdeu, e não entregou no Centro de Estágios, o que originou bué burocracia por eles não fazerem a mínima ideia quem eu sou, já que não está lá a minha ficha. Ou por exemplo, uns bombeiros incompetentes terem vindo à nossa rua fazer qualquer cena, e por acaso o cano que estragaram foi o do meu prédio, deixando-nos assim sem água para os próximos dias.
Mas eu com estas cenas até vivo mais ou menos bem. Porque quando começo a jogar as minhas cartas, é como se todos os problemas desaparecessem, e tudo ficasse muito mais simples. Eu vou ganhar, e os outros vão perder. Querem conceito mais simples que este? O problema é que de há alguns tempos para cá também comecei a ter um azar descomunal a jogar Magic. Mas daquele que me deixa irritado e com vontade de dar socos no monitor (deve ser menos desagradável do que dá-los na minha boca).
Basicamente ando a atravessar uma fase má que já se prolonga há uns meses, em que não consigo ganhar, seja qual for o deck que tenha, ou o matchup em questão. O bro Bailas é que me percebe. Além do azar descomunal, também os nossos adversários têm bué sorte. Um bom exemplo para ilustrar será, das 14 rondas que joguei de mono-red, perdi 14 vezes o dado. 0-14 em dados. Não me dei ao trabalho de calcular a probabilidade disso, mas parece-me bem ridícula. Outra questão, foi o número de mulligans, superior a 1 por jogo. Ora, eu acho normal fazer 1 mulligan aproximadamente de 3 em 3 mãos, o Mariani acha normal fazer mulligan em cada 8 mãos. Ora, uma média superior a 1 por jogo, também me parece ser azar. Como diz o Smuve, só ainda não me passou um camião por cima, porque não saio muito à rua.
Às vezes, quando ainda era mais estúpido, tentava-me animar a mim mesmo e punha-me a pensar: Não posso ter azar em tudo. Se calhar, aquela rapariga, aquela por quem eu tenho um crush enorme, quem sabe, não estará ela neste preciso momento a pensar em mim? Obviamente que deve ser isso, e assim se justifica eu ter o azar que tenho pelo velho clichet, azar ao jogo, sorte ao amor. É que se isso fosse verdade, o meu moranguinho não faria mais nada senão estar abraçada a uma almofada lá na sua casinha e a pensar em mim. Tretas! Pois neste momento ela deve é estar a (…) enfim, deixa-me é estar calado, porque sim, com o azar que tenho, ainda ela faz uma random pesquisa no google e vem aqui parar e lê isto.

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