Não se preocupem comigo, eu fico bem

Sunday, October 02, 2005

@smuve

A 07/09/2005 às 14:31 , smuve escreveu o seguinte post:

"realmente ha gajos mm parvos..llololo o cao demasiado velho
pa ir á caça, eu gostava mais dakela k dizias, como um predador solitario a
lutar pla sua sobrevivencia, essa sim era gira, tao i eu chan nao tenho azar
bro? pk pronts dp d ler o teu blog vejo k tmb es mta keixinhas. eu tambem tenho
um ganda plano po nacional,mas é que é mesmo bom, é nao jogar. acho que é o
melhor, enfim.boa sorte pos bros"


A 23/09/2005 às 01:10, smuve escreveu:

"pa pa pa pa pa pa, sempre o mesmo chorao, ate ja sei como
vao começar os teus reports, isto depois de ver o teu blog é realmente
deprimente, tou aqui eu a jogar poker e a ler um report teu ate fico com o
sindroma do azar. faz como o bailas, vai trabalhar, faz como eu desiste joga
poker i nao t keixes."


Mas que surpresa foi para mim! Quem diria que o bom e velho Smuve era o leitor #1 do meu blog. Até consigo imaginar, o Smuve sentado à secretária a clickar no Refresh. Não, não é no Refresh da coverage do Pro Tour, é sim a fazer Refresh ao meu blog.

Como forma de te demosntrar o meu apreço, este post é dedicado a ti, já que me vou queixar mais um bocadinho.

No outro dia, o Morais vira-se para mim: "O que é que vais fazer, agora que és desempregado?"
Após uns instantes de silêncio, que se prolongaram por um período de tempo que não consegui determinar, e perante tal questão, as palavras que me iam sair da boca eram algo do género - as fatias do queijo flamengo são cortadas directamente da bola tradicional. Ou seja, tal como a senhora do queijo, que não sabia quem era a Grace Kelly, não faço a mínima ideia do que me perguntaste.

Sendo o Morais - Oficial na Força Aérea, - qual Coronel Navarro a querer levar o Simão para a Academia, encorajou-me a ir para a Força Aérea, fazer carreira, etc. Confesso que não tomei a ideia em consideração, mas devia. Pois devia, mas não para os aviões, antes, para a Marinha.

Alistava-me na Marinha. Fazia lá carreira. Um dia chegava a capitão do meu próprio navio. Durante uma viagem muito longa, chocava com um Iceberg. Fazia evacuar todos os passageiros. Fazia saltar toda a tripulação. E aí sim, afundava-me sozinho com o meu navio, sem que ninguém sentisse a minha falta. É mais ou menos assim que me sinto.